Igreja Batista Regular Ebenézer

"Até aqui nos ajudou o Senhor!"

Dia das Crianças

No dia das crianças a Congregação Batista Regular Ebenézer, em cooperação com a Igreja Batista Regular Boas Novas, realizou uma atividade infantil numa chácara.  Foi um enorme sucesso!  Vejam as fotos:

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Evangelismo em Bom Gosto

Uma das bênçãos maiores dos últimos meses da vida da congregação tem sido o ponto de pregação que abriu na comunidade de Bom Gosto, próximo ao Morros.  Ontem fizemos mais uma viagem pra lá, e Deus abençoou muito nosso tempo lá.  Pastor Izaías, da Primeira Igreja Batista Regular de São Luís, foi o preleitor.  As senhoras da congregação levaram roupas para vender–com todo o dineiro arrecadado sendo para ajudar crianças a irem no retiro no Dia das Crianças.

Vejam as fotos do evento:

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Feliz Aniversário Ebenézer!

No dia 15 de setembro a Congregação Batista Regular Ebenézer celebrou 1 ano de existéncia.  Confere em baixo algumas fotos do evento:

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Ainda estamos a procura de mais fotos…inclusive uma foto do grupo que estava lá.

O Voto da Ana

No decorrer do nosso estudo no livro de Gênesis, cheguei a afirmar que Jacó não tenha se convertido na hora da sua grande visão da escada (Gênesis 28).  Um jovem atento me fez duas perguntas relacionados a isso, outro dia.  Achei tão interessante que resolvi colocar aqui.  Segue, então, as suas perguntas e as minhas respostas.

Q1. Em I Sam. 1:11 quando Ana faz um voto com Deus, você não acha que ela fez um espécie de barganha com Deus? 

R. A resposta curta da pergunta é sim.  Ela diz “se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva te não esqueceres, e lhe deres um filho varão, ao Senhor o darei por todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha.”  Em outras palavras, se Deus fizesse x, ela faria y.

Porem, ao examinar de perto, aparecem algumas diferenças marcantes entre a “barganha” que ela faz, e a de Jacó em Gênesis 28.

1. O Contexto

Lembra-se de que, na ocasião da negociação de Jacó, ele acabara de fujir da casa de seu pai, após cometer uma grande injustiça contra seu irmão.  Neste estado, ele dorme e, de repente recebe–de uma forma bem marcante (a visão da escada)–a promessa incondicional de Deus.  A resposta de Jacó, nesta ocasião, é, resumindo, “vamos ver, né?”

Ana, porem, chega diante de Deus numa posição de humilhação constante devido a uma situação que não era a culpa dela.  Angustiada e desesperada, ela cai chorando diante da única Pessoa que pode resolver a sua situação.  É importante lembrar também que para a mulher judia, ter um filho não significava apenas o prazer de toda mãe em ter filhos.  Significava dar continuação a linhagem de seu marido, e era uma demonstração do favor de Deus (Salmo 127:3-5). Ela estava, então, buscando algum sinal do favor de Deus, coisa que Jacó já tinha antes de fazer a sua “negociação”.

2. A Natureza da “Barganha”

Jacó chega a barganha numa posição de incredulidade.  Ele já recebera a promessa, mas queria de alguma forma garanti-lo.  E então ele chega com sua oferta de adoração e dízimo.  “Tu serás meu Deus se fizeres essas coisas.  E eu darei 10%…e fico com 90%.”

Veja, porem, que Ana se auto-identifica logo como “tua serva” (I Sam. 1:11).  A questão da posição de Deus na sua vida nunca está em jogo.  E mais…o modo em que ela quer “compensar” a Deus pela provisão de um filho  é bem mais radical–ela vai entregar o próprio filho ao Senhor.  É como se ela estivesse dizendo “O Senhor pode ficar com o filho e usá-lo do jeito que Tu queres, basta eu saber que tenho o Teu favor.”  Isto é uma diferença tremenda de atitude, e lembra Tiago 4:3.

3. O Resultado

Interessante também é a trajetória de Jacó e Ana após suas respectivas barganhas.  Embora Deus sendo fiel a Sua promessa, Jacó continuou com suas atitudes lastimáveis–e sofreu as consequências–até aquela noite em que ele teve o encontro pessoal com o Anjo, e chegou ao fim dos seus esforços.

Quanto a Ana, vemos em I Samuel 2:20 que, alem do filho que ela pediu, Deus concedeu a ela mais três filhos e duas filhas.

Q2. Porque você acha que ela consagrou Samuel pela vida toda se o voto de nazireu era só por um tempo determinado.

R. Voltando à resposta da primeira pergunta, vemos na própria narrativa como era grande a angústia da Ana–ao ponto de Eli pensar que ela estava bêbada.  Ela não queria oferecer algo parcial a Deus…Deus ia receber tudo o que dava para ela de volta.

Assim a Ana serve de grande exemplo para nós.  Quantas vezes pedimos algo de Deus, com a intenção de dar uma parte de volta a Ele.  Talvez seriamos muito mais bem sucedidos na oração se penamos antes em como aplicar a bênção pedida de volta ao serviço do Senhor.

Parabens, Ebenézer

Ontem na Congregação Batista Regular Ebenézer celebramos um ano de grandes conquistas concedidas a nós pela misericórdia de Deus. Veja aqui neste vídeo os “melhors momentos” do nosso primeiro ano.

A Fé do Ateu

Documentário interessante, com várias ateus afirmando que precisa-se de fé para crer na evolução. (em inglês com legendas em português)

Culto da MIBRE (Mocidade da Igreja Batista Regular Ebenézer)

Culto da MIBRE (Mocidade da Igreja Batista Regular Ebenézer)

21 de setembro, às 19 horas.

José, Natã, e Elias

Estátua de Elias, no Monte Carmel.

Ontem na IBR Ebenezer começamos um estudo sobre a vida de José (como parte da nossa exposição do livro de Gênesis).  Em Gênesis 37:1-11 temos o relato dos sonhos de José, e como eram mal-recebidos pelos seus irmãos.  Creio eu que José, nesta ocasião, é o primeiro a exercer o ofício de profeta na nação de Israel.  É uma sequência que vemos véz após véz no Antigo Testamento: Deus revela sua Palavra a um profeta, o Profeta delcara a mensagem para o povo, o povo rejeita a mensagem, e o profeta sofre.

O Papel Profético da Igreja

Reconhecemos que José é um tipo de Cristo, e que nesta passagem ele reflete o ministério profético de Cristo, que transmitiu a mensagem do Pai (João 14:24) e foi rejeitado pelos seus irmãos (João 1:11).

Mas a Igreja tambem exercece um papel profético no mundo.  Temos recebido a Palavra de Deus (a revelação completa das Escrituras–vantagem que nenhum profeta do Antigo Testamento tinha)–e pregamos esta Palavra aos homens.  Esta pregação é rejeitada por uns, e aceita por outros.  Sempre foi assim, desde o início da Igreja.

Mas as vezes, o tipo de ministério profética muda.  Como assim?  Gostaria de salientar dois profetas do Antigo Testamento, e mostrar como seus ministérios eram diferentes–mesmo os dois exercendo o mesmo ofício com fidelidade e coragem.

Natã

A primeira vez que encontramos o profeta Natã é em II Samuel 7:2.  O Rei Daví está querendo construir um tempo ao Deus Altissimo, e consulta o profeta.  Assim podemos ver o clima em que Natã operava: um povo que, de forma geral seguia a Deus, e um rei que procurava promover a adoração legítima.

Já em II Samuel 12, Natã precisa confrontar o Rei quanto ao seu pecado.  Com certeza isso exigia coragem da parte do profeta, mas ao ser confrontado, o rei se curvou diante da Palavra de Deus.

E por fim, em I Reis capítulo 1, vemos Natã trabalhando nos corredores do poder para garantir a sucessão de Solomão ao trono.

Elias

Constrate isso com o ministério de Elias no reino do norte.  Ele vivia sob o rei idólatra Acabe e sua rainha malvada durante tempos em que o povo tinha geralmente rejeitado o Deus verdadeiro.  Foi necessário declarar a palavra de Deus ao Acabe em mais do que uma ocasião.  Em I Reis 18:17 temos a resposta do rei ao deparar com o profeta: És tu, perturbador de Israel?

O Ministério Profético da Igreja nos Dias de Hoje

Durante os últimos 500 anos (mais ou menos) a igreja occidental tem desfrutado de um período onde seu papel profético tem sido bem-recebido pela cultura em geral.  Hoje, podemos observar que este quadro está mudando.  Desde a declaração clara do Barak Obama que os EUA não é mais um país cristão, até as tentativas claras aqui no Brasil de marginalizar quem não concorde com a perversão que está sendo aceita como normal pelas massas, a cultura ocidental não vê mais o cristianismo com bons olhos.

Os dias já se foram em que um candidado, para ser eleito, precisava declarar no mínimo um cristianismo nominal.  Os que praticam pervserão são “vítimas” e os que proclamam a Palavra com fidelidade são “intolerantes”.  É como se a cultura estivesse olhando para a Igreja e dizendo És tu, perturbador de Israel?

O que faremos, então?  Creio eu que está na hora de vestir a camisa de Elias, e assumir nosso papel de perturbador de Israel.  Os EUA talvez não seja um país cristão, mas existem muitos cristãos no país.  O movimento LGTB talvez esteja usando as táticas de “bullying” para calar a Igreja aqui no Brasil, mas não seria a primeira vez que a Igreja foi perseguida por representantes da comunidade LGTB (digite “Nero” no Google e aperta “enter”).

Em fim: sejamos fieis na proclamação da Palavra, sejam em dias de Natã, ou em dias de Elias.

“Bem-aventurado seja Egito, Meu povo!”

Os jornais estão cheios de notícias tristes quanto à situação no Egito.  Lembrei-me de Isaías 19:19-25.

19 Naquele dia haverá um altar dedicado ao Senhor no meio da terra do Egito, e uma coluna se erigirá ao Senhor, na sua fronteira.

20 E servirá isso de sinal e de testemunho ao Senhor dos exércitos na terra do Egito; quando clamarem ao Senhor por causa dos opressores, ele lhes enviará um salvador, que os defenderá e os livrará.

21 E o Senhor se dará a conhecer ao Egito e os egípcios conhecerão ao Senhor naquele dia, e o adorarão com sacrifícios e ofertas, e farão votos ao Senhor, e os cumprirão.

22 E ferirá o Senhor aos egípcios; feri-los-á, mas também os curará; e eles se voltarão para o Senhor, que ouvirá as súplicas deles e os curará.

23 Naquele dia haverá estrada do Egito até a Assíria, e os assírios virão ao Egito, e os egípcios irão ã Assíria; e os egípcios adorarão com os assírios.

24 Naquele dia Israel será o terceiro com os egipcios e os assirios, uma benção no meio da terra;

25 porquanto o Senhor dos exércitos os tem abençoado, dizendo: Bem-aventurado seja o Egito, meu povo, e a Assíria, obra de minhas mãos, e Israel, minha herança.

Que chegue logo esse dia!

O Que é o Arrependimento?

Pastor André Fernandes é um ex-aluno meu, trabalhando agora como pastor da Igreja Batista Regular da Fé em Sousa, PB.  Hoje ele postou esta poesia no seu Facebook sobre o arrependimento.  Leiam com atenção!

Arrependimento é ter nojo,
Repúdio, e profundo desgosto
Por uma vida de ofensa ao Senhor
Renunciando ao mundano louvor.

É mudar de amores
Adorando ao Senhor Jesus
Rendendo-lhe louvores
E vivendo na sua imarcescível luz.

É Deus quem o opera pela pregação
Projetando em nós grande contrição
Gerando uma vida de santidade
Sem a qual não há venturosa eternidade.

Oh, Pai celeste, muito obrigado
Por mudar nossa disposição quanto ao pecado
Gerando vida e nova mentalidade
Fazendo de nós servos de verdade.

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